Assim como em outros anos remotos, a Cia. este ano está se disponibilizando a atender à domicílio com Esquetes e Telegramas Animados - que podem ser encomendados com até 1 semana de antecedência - conforme a ideia de nossos clientes; temos também números preparados, que podem ser sugeridos, caso seja da preferência da clientela.
Estamos atendendo nos seguintes Tel.s: (21)35639509 / (21)2227-3169 / (21)93325628 http://www.bomnegocio.com/rio_de_janeiro/grande_rio_de_janeiro/teatro_canta_brinca_conta_10185094.htm
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segunda-feira, 17 de dezembro de 2012
segunda-feira, 10 de dezembro de 2012
sábado, 10 de novembro de 2012
Galeria de imagens da Cia. T.C.B.C.
Durante os anos de existência do 'Mercado de Estórias', mudando de praças, elencos e espetáculos - vários sucessos e muitas aventuras -, pode-se dizer que o saldo é muito positivo, e com o domínio realista de todos os prós e contras, bem como as informações necessárias para conquistar e capitalizar os melhores e mais conceituados bairros da cidade do Rio de janeiro.
quinta-feira, 2 de agosto de 2012
o Teatro de Marionetes
Teatro de fantoches, teatro de bonecos ou teatro de marionetes é o termo que designa, no teatro, à apresentação feita com fantoches, marionetes ou bonecos de manipulação, em especial aqueles onde o palco, cortinas, cenários e demais caracteres próprios são construídos especialmente para a apresentação.
O Teatro de fantoches é uma forma antiga de expressão artística originada por volta de 3 mil anos atrás.Desde então, os bonecos foram usados para animar e comunicar ideias ou necessidades de várias sociedades humanas.
Alguns historiadores defendem que seu uso antecipou os atores no teatro. Evidências mostram que sua aplicação aconteceu no Egito em 2000 aC com o uso de figuras de madeira operadas com barbante. Bonecos articulados de marfim e argila controlados com cordões também foram encontrados nos tumbas egípcias. Os hieróglifos também descrevem "estátuas que caminham" usadas pelos antigos egípcios em peças teatrais religiosas.
Os escritos mais antigos sobre os bonecos são creditados a Xenofonte em registro datado de 422 aC.
Fantoche, marionete ou marioneta, origina-se do termo marionette (do francês). Boneco (pessoa, animal ou objeto animado) movido por meio de cordéis manipulados por pessoa oculta atrás de uma tela, em um palco em miniatura. Constitui-se numa forma de entretenimento para adultos e crianças.
A marionete de fios é composta por três elementos estruturais: o boneco ou figura animado, representando um ser humano, animal ou criatura antropomórfica; os fios de comando, que comunicam ao boneco os gestos e acções pretendidas pelo animador; o comando ou cruzeta, destinada à controlar os fios e os movimentos do boneco. Trata-se de uma técnica comum em diferentes culturas, mas com uma grande complexidade formal, tanto na construção da figura como do seu sistema de manipulação (comando ou cruzeta). A funcionalidade da marioneta depende de uma compreensão adequada dos seus princípios mecânicos e estruturais. Trata-se de uma arte ancestral, que evoluiu a partir de pressupostos técnicos de base, incorporando permanentemente novas tecnologias e materiais ao longo da sua história.
O Teatro de fantoches é uma forma antiga de expressão artística originada por volta de 3 mil anos atrás.Desde então, os bonecos foram usados para animar e comunicar ideias ou necessidades de várias sociedades humanas.
Alguns historiadores defendem que seu uso antecipou os atores no teatro. Evidências mostram que sua aplicação aconteceu no Egito em 2000 aC com o uso de figuras de madeira operadas com barbante. Bonecos articulados de marfim e argila controlados com cordões também foram encontrados nos tumbas egípcias. Os hieróglifos também descrevem "estátuas que caminham" usadas pelos antigos egípcios em peças teatrais religiosas.
Os escritos mais antigos sobre os bonecos são creditados a Xenofonte em registro datado de 422 aC.
Fantoche, marionete ou marioneta, origina-se do termo marionette (do francês). Boneco (pessoa, animal ou objeto animado) movido por meio de cordéis manipulados por pessoa oculta atrás de uma tela, em um palco em miniatura. Constitui-se numa forma de entretenimento para adultos e crianças.
A marionete de fios é composta por três elementos estruturais: o boneco ou figura animado, representando um ser humano, animal ou criatura antropomórfica; os fios de comando, que comunicam ao boneco os gestos e acções pretendidas pelo animador; o comando ou cruzeta, destinada à controlar os fios e os movimentos do boneco. Trata-se de uma técnica comum em diferentes culturas, mas com uma grande complexidade formal, tanto na construção da figura como do seu sistema de manipulação (comando ou cruzeta). A funcionalidade da marioneta depende de uma compreensão adequada dos seus princípios mecânicos e estruturais. Trata-se de uma arte ancestral, que evoluiu a partir de pressupostos técnicos de base, incorporando permanentemente novas tecnologias e materiais ao longo da sua história.
domingo, 8 de julho de 2012
Teatro de Humor e Sátiras
O vocábulo "SÁTIRA", etimologicamente falando, é resultado relação entre a palavra "misturar" e a palavra "saturar" - do latim: SATURA.
Suas origens tiveram ponto marcante no século IV a.C.; Jovens Romanos teatralizavam versos e paródias, contendo "jocosos" personagens das figuras mais famosas da época. As mais antigas peças literárias do gênero são atribuídas à Ênio e Pacúvio; após estes, Lucílio - no século II a.C., firmou o gênero como "Comédia Satírica". Estilos Teatrais, em tempos diferentes, após estes, mantiveram estas características: a "Commèdia Dell'Arte" - donde Molière extraiu seus personagens -, no Brasil entre séc.s XIX e XX - Arthur Azevedo e Martins Pena -, o 'Vaudeville' francês, e etc.
No Cinema, Charles Chaplin e outros se utilizaram da pantomima como ponte para a Comédia; e posteriormente, no Brasil, Oscarito ficou imortalizado nas 'Grandes Chanchadas': quem não conhece a antológica cena de 'Romeo e Julieta', feita por ele com Grande Otelo em 'Carnaval de Fogo'?
Suas origens tiveram ponto marcante no século IV a.C.; Jovens Romanos teatralizavam versos e paródias, contendo "jocosos" personagens das figuras mais famosas da época. As mais antigas peças literárias do gênero são atribuídas à Ênio e Pacúvio; após estes, Lucílio - no século II a.C., firmou o gênero como "Comédia Satírica". Estilos Teatrais, em tempos diferentes, após estes, mantiveram estas características: a "Commèdia Dell'Arte" - donde Molière extraiu seus personagens -, no Brasil entre séc.s XIX e XX - Arthur Azevedo e Martins Pena -, o 'Vaudeville' francês, e etc.
No Cinema, Charles Chaplin e outros se utilizaram da pantomima como ponte para a Comédia; e posteriormente, no Brasil, Oscarito ficou imortalizado nas 'Grandes Chanchadas': quem não conhece a antológica cena de 'Romeo e Julieta', feita por ele com Grande Otelo em 'Carnaval de Fogo'?
sexta-feira, 6 de julho de 2012
A FARSA CIRCENSE
O Teatro Circense é um gênero que, se originou duma junção de artistas de tradição circense, que reunia em sua grande parte, atores-palhaços e outras atrações originárias do Circo, em seu contexto. Apresentavam-se peças de variados gêneros: Dramalhões, Romances, Comédias e, até Terror -, que eram apresentadas em horários apropriados ao estilo literário encenado.
Muito semelhante ao Teatro Bufo e à Commédia dell'Arte, e até ao Randevus (Francês) - este Estilo Teatral farcesco, predominou nos finais e inícios - do Séc. 19 ao 20 -, originando o famosíssimo Vaudeville.
No Brasil este estilo teatral foi muito difundido em pequenas Cidades, até os inícios da Década de 50.
O Projeto 'Mercado de Estórias' - da Cia. Teatro CANTA BRINCA CONTA, com temporadas no Mercado São José das Artes, no Teatro Cacilda Becker (da foto) e no Museu Histórico Nacional, utilizou-se bastante deste estilo teatral nos anos de 1991 e 1992.
quinta-feira, 5 de julho de 2012
Máscaras da Commedia dell'Arte
Acessório utilizado para cobrir o rosto, utilizado para diversos propósitos: lúdicos (como nos bailes de máscaras e no carnaval), religiosos, artísticos ou de natureza prática (máscaras de proteção),é possivelmente , o mais simbólico elemento de linguagem cênica através de toda história do teatro. Seu uso, provavelmente, remonta à representação de cabeça de animais em rituais primitivos, quando ou o objeto em si ou o personagem que o usava representavam algum misterioso poder. No teatro grego a máscara foi utilizada tanto na tragédia como na comédia, atendendo a várias funções: diferenciar sexo e idade; permitir a execução de mais de um papel pelo mesmo ator; e segundo alguns teóricos, ampliar o som da voz humana numa espécie de caixa acústica Muitas vezes tribos africanas usam máscaras em cerimônias de passagem entre a vida e a morte.
As máscaras aparecem durante as festividades de Dionísio (Deus do vinho). Nessas festas todos bebiam, cantavam, dançavam e usavam máscaras, feitas de folha de parreira, por acreditar que Dionísio estaria presente entre as pessoas. A máscara teatral grega possuía diferentes funções quando em cena, tais como proporção maior que a face do ator e os traços expressivos acentuados, para que todo o público pudesse assimilar o caráter do personagem.
As máscaras aparecem durante as festividades de Dionísio (Deus do vinho). Nessas festas todos bebiam, cantavam, dançavam e usavam máscaras, feitas de folha de parreira, por acreditar que Dionísio estaria presente entre as pessoas. A máscara teatral grega possuía diferentes funções quando em cena, tais como proporção maior que a face do ator e os traços expressivos acentuados, para que todo o público pudesse assimilar o caráter do personagem.
quarta-feira, 4 de julho de 2012
"A VIAGEM DO CAPITÃO TORNADO"
Com direção de Ettore Scola é um filme primoroso no resgata à tradição dos antigos atores de Commèdia dell'Arte com suas companhias mambembes.
O ffilme se passa na França, 1774, quando o último e faminto herdeiro da família Sigognac, deixa o castelo de seus ancestrais para acompanhar um grupo de atores itinerantes, a caminho da corte do rei. Seduzido pela bela Serafina e pelo amor de Isabelle, o jovem Sigognac dará início as suas aventuras. No decorrer da difícil viagem, é Isabelle que, com sua ingenuidade, lhe conquista o coração e por ela Sigognac enfrentará seus maiores desafios. Emboscadas, sequestros, duelos e amores o transformam em um verdadeiro Senhor: o Barão de Sigognac. A Pedido da amada, Sigognac vence sua timidez e se inicia no teatro. Isabelle foge preferindo a vida de conforto e riqueza no palácio do Duque. Desiludido, o jovem Barão descobre no teatro sua verdadeira paixão.
A mistura de franceses e italianos no elenco de Viagem do Capitão Tornado também destaca o lado "multinacional" das famílias de atores da época, e as presenças de Ornella Muti e Emmanuelle Béart enriquecem o filme como mostrando que as mulheres tinham o seu nicho na "commedia dell'arte", sendo as únicas da companhia a não usarem máscaras nas apresentações, o que até ajudava a atrair atenção do público (e dos nobres) ao irem às peças para admirarem a beleza dessas atrizes.
É curioso notar como vários aspectos da "commedia dell'arte" são observados no cinema e na TV comercial atual, como exposição da beleza feminina e fiapos de enredos batidos e previsíveis sendo usados em comédias. Isso mostra como esse fenômeno teatral foi influente na cultura ocidental como um todo.
A película mistura cenografia teatral e realismo. Seu elegante e bem redigido roteiro, além de divertido, oferece momentos de sutil sabedoria. Uma verdadeira homenagem ao teatro itinerante, bem como seus heróicos artistas.
O ffilme se passa na França, 1774, quando o último e faminto herdeiro da família Sigognac, deixa o castelo de seus ancestrais para acompanhar um grupo de atores itinerantes, a caminho da corte do rei. Seduzido pela bela Serafina e pelo amor de Isabelle, o jovem Sigognac dará início as suas aventuras. No decorrer da difícil viagem, é Isabelle que, com sua ingenuidade, lhe conquista o coração e por ela Sigognac enfrentará seus maiores desafios. Emboscadas, sequestros, duelos e amores o transformam em um verdadeiro Senhor: o Barão de Sigognac. A Pedido da amada, Sigognac vence sua timidez e se inicia no teatro. Isabelle foge preferindo a vida de conforto e riqueza no palácio do Duque. Desiludido, o jovem Barão descobre no teatro sua verdadeira paixão.
A mistura de franceses e italianos no elenco de Viagem do Capitão Tornado também destaca o lado "multinacional" das famílias de atores da época, e as presenças de Ornella Muti e Emmanuelle Béart enriquecem o filme como mostrando que as mulheres tinham o seu nicho na "commedia dell'arte", sendo as únicas da companhia a não usarem máscaras nas apresentações, o que até ajudava a atrair atenção do público (e dos nobres) ao irem às peças para admirarem a beleza dessas atrizes.
É curioso notar como vários aspectos da "commedia dell'arte" são observados no cinema e na TV comercial atual, como exposição da beleza feminina e fiapos de enredos batidos e previsíveis sendo usados em comédias. Isso mostra como esse fenômeno teatral foi influente na cultura ocidental como um todo.
A película mistura cenografia teatral e realismo. Seu elegante e bem redigido roteiro, além de divertido, oferece momentos de sutil sabedoria. Uma verdadeira homenagem ao teatro itinerante, bem como seus heróicos artistas.
terça-feira, 3 de julho de 2012
Commèdia dell'Arte
Surgida no final da Idade Média, e resistindo até o século XVIII, deu um novo impulso ao Teatro Italiano; de carácter popular, formado de atores que iam de cidade em cidade, representando onde podiam: este gênero tirava o evento teatral do interior dos palácios para o meio do povo; esses artístas marcavam o aparecimento do 'ator profissional', por viverem de seu trabalho ambulante. Os textos da Commédia Dell'Arte não passavam de roteiros, onde as falas e movimentações de cena eram de improviso. Os atores utilizavam-se de máscaras pequenas cobrindo-lhes a face - da testa até o lábio superior, proporcionando uma boa projeção da voz. Estes, verdadeiros acróbatas preparados para saltos espetaculares, cantavam, dançavam e faziam mímica, e representavam personagens que dividiam-se nas seguintes categorias : "Pantaleone dei Bisognsi", "O Doutor", "Arlequim", "Briguela", Pulccinela, "Florindo" ou "Lélio" e "Rosaura" ou "Beatriz", etc. Goldôni, escritor teatral originário de Veneza, é o mais conhecido do gênero.
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'FÁBULAS & CONTOS DE FADAS p/ Crianças e Adultos'
O trabalho do T.C.B.C. é direcionado essencialmente ao público infanto-juvenil, com a principal preocupação de formar e educar - através de seus Espetáculos e Trabalhos de pesquisa, tanto histórica quanto pedagógica -, à fim de preparar um público de futuros adultos moralmente e intelectualmente lúcidos - estimulados pela leitura de boa qualidade e a busca constante da informação e da verdade -, utilizando o Teatro e todos os seus meios através de todos os tempos - da Antiga Grécia até os Dias de Hoje.



